quarta-feira, 18 de julho de 2012

Poema feito Por Igor Freitas,Gabriele,thailany


Ele nasceu há muito tempo
O certo não sei dizer
Só sei que não reclama
Vendo tudo acontecer.
Quanto mais se ele falasse
Pra nós seria um desastre
Ao ouvir ele gemer.
Gemeria de tanta dor
De tanta aberração
Da violação do seu leito
Das dores da convulsão.
Quanto mais se ele falasse
Pediria que não cortasse
As veias do coração. 
São veias que na verdade
Cortam os estados nordestinos
Banhando suas fronteiras
Contente como menino.
Se mesmo nesse embalo
Cortasse as veias que falo
Qual seria nosso destino.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Transposição do Rio São Francisco


A transposição do rio São Francisco se refere ao polêmico e antigo projeto de transposição de parte das águas do rio São Francisco, no Brasil, nomeado pelo governo brasileiro como "Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional". O projeto é um empreendimento do Governo Federal, sob responsabilidade do Ministério da Integração Nacional – MIN. A obra prevê a construção de mais de 600 quilômetros de canais de concreto em dois grandes eixos (norte e leste) ao longo do território de quatro estados (Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte) para o desvio das águas do rio. Ao longo do caminho, o projeto prevê a construção de nove estações de bombeamento de água.
Orçado atualmente em R$ 6,8 bilhões, o projeto, teoricamente, irrigará a região nordeste e semi-árida do Brasil. A polêmica criada por esse projeto tem como base o fato de ser uma obra cara e que abrange somente 5% do território e 0,3% da população do semi-árido brasileiro e também que se a transposição for concretizada afetará intensamente o ecossistema ao redor de todo o rio São Francisco. Há também o argumento de que essa transposição só vai ajudar os grandes latifundiários nordestinos pois grande parte do projeto passa por grandes fazendas e os problemas nordestinos não serão solucionados. O principal argumento da polêmica dá-se sobretudo pela destinação do uso da água: os críticos do projeto alegam que a água será retirada de regiões onde a demanda por água para uso humano e dessedentação animal é maior que a demanda na região de destino e que a finalidade última da transposição é disponibilizar água para a agroindústria e a carcinicultura - contudo, apesar da controvérsia, tais finalidades são elencadas como positivas no relatório de Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) em razão da consequente geração de emprego e renda.A transposição do rio São Francisco se refere ao polêmico e antigo projeto de transposição de parte das águas do rio São Francisco, no Brasil, nomeado pelo governo brasileiro como "Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional". O projeto é um empreendimento do Governo Federal, sob responsabilidade do Ministério da Integração Nacional – MIN. A obra prevê a construção de mais de 600 quilômetros de canais de concreto em dois grandes eixos (norte e leste) ao longo do território de quatro estados (Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte) para o desvio das águas do rio. Ao longo do caminho, o projeto prevê a construção de nove estações de bombeamento de água.


  • Impactos positivos:
  1. Aumento da água disponível e diminuição da perda devido aos reservatórios.
  2. Geração de cinco mil empregos durante a construção da obra (quatro anos), sobretudo nas cidades onde serão implantados os canteiros de obras. Entretanto, ao término das obras, não haverá um impacto significativo em termos de geração de empregos.
  3. Aumento a renda e o comércio das regiões atingidas. Durante a obra, haverá grande incremento no comércio e renda nas cidades que abrigarão os canteiros de obra. A longo prazo, a elevação do emprego e renda virão da agricultura irrigada e da indústria que serão conseqüência da transposição.
  4. Abastecimento de até 12,4 milhões de pessoas das cidades, através de sistemas de abastecimento urbano já implantados, em implantação ou em planejamento pelas autoridades locais.
  5. Abastecimento rural com água de boa qualidade. O projeto prevê a construção de chafarizes públicos em 400 localidades urbanas do sertão inseridas na região do projeto que não possuem sistema de abastecimento adequado.
  6. Redução de problemas trazidos pela seca, como a escassez de alimentos, baixa produtividade no campo e desemprego rural. 340 mil pessoas seriam beneficiadas, sobretudona Bacia do Piranhas-Açu (39%) e na bacia do Jaguaribe (29%).
  7. Irrigação de áreas abandonadas e criação de novas fronteiras agrícolas. Pode-se viabilizar, de acordo os estudos realizados, aproximadamente, 161.500 hectares, em 2025, sendo 24400 hectares para irrigação difusa ao longo dos canais e 137.100 hectares.para irrigação planejada.
  8. A qualidade da água dos rios e açudes das regiões receptoras será beneficiada com as águas do São Francisco.
  9. A oferta de água irá ajudar a fixar cerca de 400 mil pessoas no campo.
  10. Redução de doenças e óbitos gerados pelo consumo de água contaminada ou pela falta de água. Estima-se que baixará em cerca de 14.000 o número de internações provocadas por doenças de associação hídrica no ano de 2025 de uma previsão de 53 mil na ausência do projeto.
  11. Redução da pressão na infra-estrutura de saúde devido à diminuição dos casos de das doenças trazidas pelas águas impróprias.
  • Impactos negativos:
  1. Perda do emprego da população nas regiões desapropriadas e dos trabalhadores ao término das obras.
  2. Modificação nos ecossistemas dos rios da região receptora, alterando a população de plantas e animais aquáticos. A criação de ambientes aquáticos distintos dos existentes, a alteração dos volumes de água nos rios receptores promoverá uma seleção das espécies. Peixes e outros organismos aquáticos são importantes na reconstrução da história biogeográfica das bacias hidrográficas. A alteração dos ecossistemas pode impactar no conhecimento da história da região.
  3. Risco de redução da biodiversidade das comunidades biológicas aquáticas nativas nas bacias receptoras. A seleção entre as espécies exóticas e nativas das regiões receptoras pode impactar na redução de espécies nativas.
  4. Introdução de tensões e riscos sociais durante a fase de obra. No início das obras, prevê-se a perda de emprego e renda nas áreas rurais devido às desapropriações, a remoção da população das regiões onde passarão os canais, imigração para as cidades em busca de emprego nas obras. Ao término da obra, a dispensa de trabalhadores podem ser focos de conflito.
  5. A desapropriação das terras e o êxodo das regiões atingidas alterará o modo de vida e os laços comunitários de parentesco e compadrio, que são muito importantes para enfrentar as condições precárias de vida de muitas comunidades.
  6. Circulação de trabalhadores por terras indígenas de duas etnias: Truká e Pipipã, gerando interferências indesejáveis.
  7. Pressão na infra-estrutura urbana nas cidades que irão receber os trabalhadores, aumentando a demanda por moradia e serviços de saúde. O aumento do nível dos reservatórios pode provocar doenças relacionadas à água, como dengue e esquistossomose. O contato com os operários das obras podem aumentar os casos de doenças sexualmente transmissíveis.
  8. A região do projeto possui muitos sítios arqueológicos, colocando-os em risco de perda deste patrimônio devido às escavações, nas áreas a serem inundadas pelos reservatórios e no curso dos rios cujo volume será aumentado.
  9. Desmatamento de 430 hectares de terra com flora nativa e possível desaparecimento do habitat de animais terrestres habitantes destas regiões. As espécies da flora mais relevantes são Caatinga Arbórea e a Caatinga Arbustiva Densa.
  10. Introdução de espécies de peixe prejudiciais ao homem na região, como piranhas e pirambebas, que se alimentam de outros peixes e se reproduzem em água parada.
  11. A diminuição dos volumes dos açudes provocará a redução biodiversidade de peixes.
  12. Alguns rios não têm capacidade para receber o volume de água projetado, inundando os riachos paralelos.

Fonte: Site da wikipedia


                                                                                 Igor Freitas
                                                                                  2 ano 2

Linha do tempo



Século XVI
 No século XVI, Portugal se interessava em incluir o Nordeste no capitalismo comercial internacional.

A região se tornou a principal economia do país graças à sacarose exportada. Nessa época os anglo-franceses e nativos tentavam de opor ao expansionismo das potências ibéricas. Os principais exportadores da sacarose e as maiores economias eram Paraíba, Itamaracá, Pernambuco (se destacando Olinda) e Bahia. Também tinha o comércio de pau-brasil.






Século XVII
 A região passa a dominar a pecuária brasileira. Após a conquista dos espanhóis contra anglo-franceses e nativos, os holandeses atacam. Nessa altura havia dezenas de indústrias exportadoras de sacarose.



Século XVIII
 O sul da Bahia se destaca com o fumo e o cacau. Minas Gerais passa a ser o eixo econômico do país com sacarose, pecuária e minério a pecuária cresce lá, o que faz com que o Nordeste tenha uma queda nesse setor.



Século XIX
 A produção de açúcar e algodão entra em declínio, porém permaneceu no espaço nordestino até os dias atuais e a principal atividade agrícola da região continua sendo a monocultura da cana de açúcar.





Século XX
 Com o desenvolvimento da economia cafeeira e posteriormente industrial, grandes grupos de trabalhadores começaram a migrar do Nordeste para o Centro-sul. Produção de algodão no sertão e arroz no Maranhão.



Século XXI
 A economia do Nordeste volta a ganhar fôlego e cresce acima da média e muitas indústrias começam a surgir.

Fonte: Livro de geografia do colégio Maristas do 2 ano


                                                                                                                     Igor freitas
                                                                                                                      2 ano 2





quarta-feira, 30 de maio de 2012

A seca no nordeste


Vídeo mostra os efeitos da seca no Nordeste



Vídeo postado por Juliane Mieko do 2º ano "1", bem atual do sertão nordestino.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Sub-regiões do nordeste

Como já sabemos a região nordeste costa 9 estados brasileiros, mais alem disso temos 4 sub-regiões para estudarmos mais perfeitamente o nordeste.
Essas 4 sub-regiões são divididas em 4: São elas a Zona da mata, Agreste, Sertão e Meio-norte

A Zona da mata ocupa todo o litoral entre o Rio grande do norte e a Bahia, na zona da mata existem áreas onde a mata e espaçada, e outras com a mata continua e densa e  onde aparece uma vegetação com características de cerrado. Atualmente, no litoral nordestino, entre o Rio grande do norte e a Bahia, vê-se a monocultura de cana- de-açúcar, que predomina em praticamente toda a paisagem.



O agreste constitui a região de transição entre a Zona da mata e o sertão (também esta localizado entre o Rio grande do norte e a Bahia). Também podemos denomina-la de    " Miniatura de nordeste". Afinal nas áreas  mais elevadas onde as temperaturas são mais baixas e a umidade mais alta predomina-se a mata e nas áreas  mais secas sobre sai a caatinga
A ocupação do agreste se deu por ter sua policultura em alta destacando no cultivo de algodão e feijão




O sertão e caracterizado pelo clima seco e pela falta de chuvas em certas regiões. No sertão também se predomina a caatinga vista em todas as áreas.
O sertão e a região que ocupa a maior parte das regiões nordestinas  . No sertão há diversidade de vegetação decorrentes do clima sendo assim mais difíceis de ser povoada.
No sertão predomina-se a criação de gado e de animais a serem consumido (por mais que seja difícil a criação de animais nesta região.


  
O Meio-norte esta localizado entre o Piaui e o Maranhão constituindo uma transição entre o Nordeste seco, a amazônia e o cerrado, A região do Meio norte é banhado por rios caudalosos e perenes que nascem nas áreas mais elevadas das chapadas e correm em direção ao atlântico.
No litoral estão localizados os mangues, com árvores altas, e as dunas que formão os lençóis freáticos 




                                                                                                                                   Igor Freitas
                                                                                                                                      2 Ano 2